16
jun
09

MUDAMOS!

Olá,

Gostaria de informar que mudamos de endereço.

Nosso novo endereço é http://contoseroticosbrasil.blogspot.com

Venha nos visitar! ;-)

23
jan
09

Quase Virgem

O meu macho me fode gostoso…engravidei, e até 8 meses e 3 semanas,ele me comeu muito…parece que quando eu estava gravida, minha boceta inplorava para ser comida;

Porém,depois que tive minha filha, tive que ficar 2 meses sem dar.Mas me masturbava direto, até que no exato dia em que fiz 2 meses depois da gravidez,ele chegou em casa ja com aquele pinto gostoso duro, eu percebi logo.Fiquei louca de tesão,maior tempo sem dar, so na siririca,num tem condições.Quando virei de costas pra ele,ele chegou logo passando aquela pica na minha bunda, que sei que dá maior tesão nele, pois é grande, empinada e gostosa..eu imaginei logo que naquee dia tinha foda.me arrepiei,lembrei de cada gosada que ja tinha dado rebolando naquele pinto grosso e duro.

Dei de todas as posições existentes,eu sou mesmo uma tarada por sexo.Não importa quando ou onde, deu tesão eu tô transando.Logo, ficar este “tempão” sem transar foi muito difícil. Quando ele passou aquele caralhão na minha bunda, impinei logo.Ele sussurou ao meu ouvido:”É Hoje vadia,vou te foder todinha..”,huum…um arrepio percorreu meu corpo,minha boceta se melou logo, e ficou parece que tava pulsando.

Depois de falar isso, ele começou a beijar minha nuca,morder,chupar,e foi com aqueles dedos que tambem me levam às nuvens pecorrer minha barriga, entrando pela minha saia e calcinha, e pegou em meu pinguelinho.”Ah, vc ja esta com ele bem duro né sua putinha, ta doida pra dar ne?POis vai ser hoje que eu vou te comer.Chupar esse leitinho do teu peito,que ta maior e mais gostoso”…Ele falou..eu fiquei bamba de tesão.É minnha vadia, é hoje que vou socar minha vara nessa bocetinha gostosa,vou matar a saudade.Eu nem falava nada, so passava minha bunda naquela pica,e passava a mão em meus peitos.

Deixei minha filha com minha mãe,inventamos que íamos lanchar, e fomos direto pro motel..imagina,eu ia ser lanchada,ai que tesão!.. Chegando la,ele foi logo tirando a roupa,e com aquele membro, duro e grosso,veio pra cima de mim..taí sua safada,num era disso que tu tinhas saudade?Agora chupa!..me acabei de chupoar aquele caralhão!>.cada chupada era um tapa na minha cara..isso chupa sua gostosa..depois deitou na cama e falou:Senta!..na hora fui pra cima,mas começou a doer um pouco,comecei a gemer de prazer e de dor ao mesmo tempo,e olha que so tinha entrado a cabecinha,dai falei que tava doendo,ele disse que nao queria nem saber, que ia me foder e pronto!Da um tesão escutar isso.Ele enfiou aquela vara com tudo,dei um grito,aos poucos a dor foi se tornando so prazer,sussurrei ao ouvido dele,que parecia que ele tinha me tirado a virgindade.Senti que aquela pica,dentro de mim, tinha ficado mais dura.Então ele começava a dizer que eu era uma virgenzinha que saia foder como uma puta..cavalgando naquele pau delirante, eu gozei de maneira que eu gritava de tesão..enquanto ele dizia,goza,goza sua puta…pq depois eu vou comer teu cú.ja tirei a virgindade da tua buceta, agora vou tirar do teu cu..E vai ser agora..Ele me joga na cama, me pega pelos cabelos, me deixa de quatro toda aberta pra ele,primeiro chupa meu cú,depois ele coloca o dedo nele,logo depois coloca a cabecinha, e vai empurrando,eu gemendo,gritando,mas rebolando..Ai minha vagabunda, tu ficou ainda mais gostosa depois que eu te engravidei, sua puta!..cada palavra me faz rebolar naquela pica. Ele gemendo,fala que ta gozando…Assim perdi minha virgindade..

Fonte: contosfemininos.com.br
11
jan
09

A festa de Casamento

Dilma ou a minha mulher estava muito bonita,tinha arrumado o cabelo,unhas pintadas e passara maquiagem,usava um perfume Dune com um vestido preto básico decotado ela parecia ter dez anos menos, na realidade tinha 32 aninhos mas era uma gracinha ,tinha uma bundinha empinada tipo arrebitada mas seu olhar era muito sério, nós morávamos juntos, mas tínhamos vida sexual por fora de casa, as crianças iam ficar na minha sogra e portanto estávamos livres.

Como eu previra na festa comecei a dar whisk com guaraná até ela perder a timides e começar a se soltar e se divertir, sorrindo e conversando com os conhecidos e dei umas caipiras de vodka e aí ela se soltou mais com classe enquanto eu fingia não ver e papeava com meus amigos e parentes. Então ela começou a dançar com um moreno alto uns dez anos mais novo que ela com cabelo à militar e o rapaz dançava muito.bem mesmo e ela estava demonstrando suas qualidades de dançarina, ágil rodopiando pelo salão colada ao moreno.

Percebi que a bebida já tinha subido e o clima estava esquentando entre eles a sala agora estava repleta e quente e ela saiu para a varanda com ele e logo estavam num carramanchão de pés de uva, era escuro e só se conseguia enchergar da cintura para baixo e vi os beijos que saíram na boca e ele passava as mãos nos seios dela e isso a deixava, muito louca de tesão, com as duas mãos na bunda maravilhosa, o rapaz tentavalevantar a roupa dela mas ela não deixava. Como havíamos chegado cedo eu conseguira parar o carro no fundo do terreno que agora estava cheio de carros estacionados e ele ficara bem isolado no fundo e como sempre faço deixei as chaves com ela. Não demorou muito e eles caminharam para nosso carro que estava escuro e isolado Nisso apareceu a prima dela e perguntou por ela,cinicamente disse que fora ao banheiro E sorri, precisava disfarçar a situação de minha mulher. Dei a volta por fora do terreno da casa todo murado e subi em uma pilha de tijolos do vizinho rente ao muro aonde havia um pé de pintangueira, eu via toda a cena e ouvia ninguém atrapalhava minha visão ele já tirara ma camisa a camisa e sua roupa toda estava no banco do carro estava nu só de cuecas jogging ,ela tirara o vestido com a ajuda dele e ele chupava seus seios livres do soutiã e tirou sua minúscula calcinha e chupava o membro enorme e grosso então ele colocou a camisinha e ela rebolando sentou-se gemendo no colo dele até entrar tudo na sua menina que recebia pouco a pouco tudo e ele a colocou de joelhos no banco da frente e castigou a xoxotinha num vai e vem entremeado de gemidos até que ele conseguiu deitar sobre ela e gozou muito. Os dois suavam muito até brilhavam na fraca luz do pedaço, ele começou a chupar sua menina e lambeu muito a menina molhada dela e seu botão aonde pôs Ky alem de saliva depois empurrou o membro que entrou enquanto ela gemia ainda bem que a muito ela não era mais virgem no botão, a cada estocada que ele dava nela gemia muito E falava pornografia “ põe tudo,faz gostoso, me arromba com esse pausão” me fode gostoso menino quero gozar com você, enfia esse saco também e separava com as mãos as nadegas brancas, me faz gozar muito! Agora o pau dele saia brilhante com a camisinha e mergulhava no fundo de novo até o momento em que ela gozou com a bundinha empinada, uns vinte minutos e ele logo terminou gozando na minha garotinha.

Já havia passado o efeito da bebida e ela se vestiu rápido e se limpou como pode e disse que estava preocupada com o marido (que sou eu!) com o rolo de papel na mão. Arrumou-se como pode, ajeitou seu cabelo, seu vestido amassadol, vestiu a calcinha com uma bucha de papel dentro, apertou o vestido no corpo, retocou o baton e pediu a ele “ Procura meu marido na sala e diga que estou na varanda a espera dele”. Olha o que vc vai falar que ele não sabe nada do que fizemos aqui viu bonitão gostoso!Outro dia marcaremos num lugar tranqüilo, me telefone menino! Ela colocava os saltos altos e se ajeitava, mas sua cara cansada e atitudes pareciam de uma bateria de carro antigo, totalmente arreada. Tratei de correr para o salão aonde encontrei o carinha que me deu o recado era muito educado e acabara de comer minha mulher, mas ao encontrar com ela toda cansada e mal ajeitada disse –lhe para me esperar no carro até localizar os donos dos outros carros.

Fonte: contosfemininos.com.br
10
jan
09

Primeira vez, no cinema

Olá, sou uma rapariga loira, olhos azuis, altura média, peitinhos e bunda arrebitados. Este é o meu primeiro conto, espero que gostem .Vou contar-vos a minha primeira vez, que aconteceu quando eu tinha 14 anos.

Comecei a falar com um rapaz, que conhecera por mero acaso num site de relacionamentos, trocamos de mail’s , e fomos falando durante meses, com cada vez mais confiança entre nós, ele era lindo, alto, olhos de um azul profundo, cabelo preto, pele clara e perfeita, basicamente o sonho de qualquer mulher, Na altura considerava-o o homem perfeito, pra dizer a verdade ele é o homem perfeito. E no meio das nossas conversas surgiu a ideia de nos encontrarmos, eu sempre muito receosa, mas com grande vontade de o ver. O grande problema é que ele morava bastante longe de mim, e o facto de ele trabalhar e eu estudar nao ajudava nada, fomos conversando e conversando, ele sempre a demonstrar vontade de nos vermos , e ele falava em ir passar uns dias a casa dele, pois nao havia grande problema nem com a mae, nem com os irmaos. Eu recusei, pois com as vidas agitadas de hoje em dia, nao tinha tempo para nada.

Até que um dia, encontramos finalmente um dia disponivel para nos vermos, e assim aconteceu. Combinámos num centro comercial. E lá fui eu, a hora combinada, até faltei as aulas so para poder ver esse homem que eu julgava perfeito, depois dum tempo de espera recebo um telefonema, era ele … A primeira vez que me ligara, a primeira vez que ouvira a sua voz .. Era uma voz grossa, de homem maduro, que nada tinha a ver com a sua aparencia de anjo, por momentos assustei me ao ouvir a sua voz …Parecia um homem com mais idade, e ele so tinha 19 anos … Serenamente disse-me que tinha perdido o barco, que nao sabia quando havia o proximo, e que se calhar era melhor combinarmos noutro dia, mas eu disse que nao, que ja estava ai, e que queria ve-lo, fosse o que fosse. Calmamente disse-lhe:

”Eu espero por ti.” Ao que ele me disse que se ia tentar despachar , e para encontrar algo para me entreter durante esse tempo … Andei a passear pelo centro comercial, ate que recebo outra chamada dele, a dizer que estava no centro comercial, o meu coraçao ia saltando pela boca, comecei a tremer por tudo o que era lado.

Sentei me numa mesa, e ai fiquei a espera que ele aparecesse, De repente,vejo-o, simplesmente fiquei sem palavras, era verdadeiramente o homem perfeito, aliás nunca vi homem tao bonito como ele, até hoje , um anjo… Tinha uma beleza rara, exotica, transparecia sensualidade, mas ao mesmo tempo via-se uma criança dentro dele … Ele chegou-se ao pe de mim, eu levantei-me e cumprimentou-me com dois beijos na cara, eu ja tava com as pernas a tremer, nunca vira tanta beleza em toda a minha vida, sentamo-nos na mesa, e mantemos uma simples conversa por 5 minutos .. Levantamo-nos e fomos ao cinema, ai ja notava um grande carinho dele por mim, ao me abraçar, pegar nas minhas maos, e disse me que podia ser eu a escolher o filme, eu nervossisima como estava, nem sabia como reagir .

Chegámos a um acordo em relaçao ao filme, fomos comprar os bilhetes, ele pagou, como um verdadeiro cavalheiro, entrámos para a sala de cinema . Sentamo-nos, ninguém na sala. Estavamos sozinhos, Mal sabia o que estava para vir, na minha inocencia nos 14 anos, nao pensava que ia acontecer tal coisa, uma musica romantica começou a dar, antes de começar o filme, por entre brincadeiras, palavras, sentira o seu doce toque na minha perna, numa ninguem me tinha tocado dessa maneira .. Aos poucos, foi-se chegando ao pé de mim, e carinhosamente me começou a dar beijos na cara, eu ali a sentir o seu respirar, os seus labios, a sua lingua … As minhas pernas tremiam, o meu coraçao palpitava, ja estava a começar a ficar molhadinha, até que eu me virei, e nos beijamos, o melhor beijo da minha vida, ele tinha uma lingua deliciosa, ao mesmo tempo que me beijava sucava os meus labios, tocava-me, sentia-me , aos poucos começou a beijar me o pescoço, a meter me a lingua nos ouvidos, ai nossa, que sensaçao, que prazer, tremia por tudo que era lado … aos poucos fomo-nos despindo, no calor dos nossos corpos tocando-se … ele começou por tocar minha ‘pequena’ , enfiando os dedos, num vai e vem, movendo, e esfrgando devagarinho, eu num gemer leve e baixinho vi-o com grande tesao … Ele tirou o seu pau para fora, e com jeitinho me pos a minha mao no pau dele, como se me estivesse a ensinar, e nuns movimentos de cima a baixo, dei-lhe brazer, ao mesmo tempo que o beijava , e que lhe labia o peito …Até que nos deitamos ali no meio do cinema, ele em cima de mim, enquanto me beijava, tocava, enquanto me tocava e eu sentia o seu respirar, sensaçoes que nunca sentira antes, eu abri as pernas, e ele calmamente foi enfiando seu pau, eu ja a gemer baixinho, ele tornou o movimento cada vez mais forte, e baixinho me perguntou ao ouvido ”tas a gostar?”, ao que nao respondi, apenas sorri e o beijei .. um vai vem profundo, que atingia o fundo da minha vagina , enquanto eu gemia, alto , e que sentia os meus sentidos completamente a leste de mim propria , ate que ele gosou para dentro de mim, aquela esporra quente ,, a escorrer pela minha vagina abaixo, ele ainda fez pressao contra o meu corpo, e baixinho consegui ouvir lhe os gemidos …

Acabamos, sentamo nos outra vez a ver o filme …. enquanto estava abraçada a ele, ele sempre me tinha dito que nao se considerava perfeito, muito menos bonito , ao que eu me virei pra ele , e disse lhe ”lembras te ? afinal es mesmo perfeito”, ao que ele se riu, e ali nos beijamos apaixonadamente, depois o filme acabou, ainda passeamos mais um bocado, ao que ele se foi embora, e ai o momento da despedida foi o que me doeu mais :x

Passado uns meses voltamos a encontrar nos, e a repetir a dose, desta vez ainda mais intenso, e apaixonado. Depois daquilo nunca mais o vi, simplesmente perdemos contacto, com o facto de eu entretanto ter mudado de pais, mas ainda hoje passado tanto tempo, penso naquele homem. E sim sem duvida, é o homem da minha vida. É duma perfeiçao inexiste, e espero um dia poder ir atras dessa minha perfeiçao que me fazia tao feliz, que me tava tanto prazer, e que ainda me faz suspirar pelos cantos … A verdadeira perfeiçao so se encontra uma vez na vida, eu encontrei a minha, e um dia vou voltar a ver e a sentir aquilo de qe eu chamo ‘simplesmente perfeito’

”Há pessoas que nos marcam, pessoas inesqueciveis, e incriveis, mas acima de tudo existem pessoas PERFEITAS, essas sim sao marcantes, inesqueciveis, e que nos fazem sentir incriveis.”

Fonte: casadoscontos.com.br
09
jan
09

Festinha de Natal

Era Dezembro, eles moravam juntos a um ano e meio, ele com vinte e nove anos, separado, e ela com vinte e dois, deliciosos vinte e dois aninhos. Rosto maravilhoso, magrinha, peitinhos pontudos e na medida ideal, tatoo de um tribal no “cofrinho”, tudo perfeito, corpo escultural e no auge do fogo e descoberta sexual.

Eles já haviam feito algumas coisas, como comprar algemas, mordaça, lingerie provocante, velas, etc…mas desta vez ela o surpreendeu. Após um exaustivo dia de trabalho ele chega em casa, come alguma coisa e vai para o banho, ela já havia se banhado e estava na sala aparentemente apenas vendo TV, mas na verdade já estava planejando a surpresa de natal para ele.

Ele termina o banho e coloca apenas um short, passa seu perfume rotineiro e sai do banheiro com o corpo ainda meio molhado, e quando abre a porta e vai para o quarto ela o esta esperando na cama deitada meio de ladinho, com uma blusinha tipo “tomara-que-caia” vermelha que termina no umbigo, uma calcinha fio dental vermelha, gorro vermelho de papai Noel, e já o espera algemada e amordaçada segurando um bilhete onde se lê: “Feliz Natal, pode foder a mamãe Noel à vontade”…

Mesmo sem esperar por aquilo, parecia que era um desejo antigo dele, pois ele não pensa muito e já começa beijando o pés dela e subindo pelas coxas deliciosas, apertando-lhe os seios e a cintura e esfregando seu pau já duro por todo o corpo dela, ela apenas pode gemer pois amordaçada e algemada ela não consegue fazer muito, apenas realizar o desejo de seu homem que é fazer tudo com uma mulher sem ser interrompido. Ele a coloca de quatro e começa chupando o cuzinho dela naquela posição, e ela se deliciando de prazer geme com mais vontade, depois ele apenas abaixa a mordaça até o pescoço dela deixando a boca livre para enfiar seu pau duro até a garganta dela, e bombando sem parar enquanto segura os cabelos dela com as duas mãos. Depois disso ele volta a ficar por traz e enfia com toda força seu pau na bocetinha apertada e já bem molhada, metendo bem forte e rápido e a essa hora ela já está gritando sem parar de tanto tesão e prazer, e ele continua puxando seus cabelos e batendo em sua bunda durinha e deliciosa. Ela esta algemada com as mãos para traz e ele a puxa pela corrente da algema e com a outra mão começa a acariciar o cuzinho dela que já está piscando para receber aquele pau inteirinho. Mesmo sem ele dizer nada, ela grita: “Me fode! Fode o cu da sua mamãe Noel bem gostoso”, e ele não pensa duas vezes, tira seu pau da boceta dela e enfia no cuzinho inicialmente bem devagar, e depois vai acelerando o ritmo em um frenesi intenso e selvagem. Ela geme, grita, rebola e pede mais, pede cada vez mais para ser fodida com força. Ela ainda algemada não pode fazer nada e mesmo se pudesse ela não o faria, pois o presente era para ele, ele poderia fazer de tudo com ela aquela noite. Depois de muito tempo bombando e metendo no cuzinho dela, ele passa o braço pela cintura dela e coloca dois dedos na sua buceta molhada e cheia de tesão, metendo o pau no cu e metendo os dedos na boceta simultaneamente, e puxando seus cabelos, fazendo-a sentir um prazer enorme e gritando de satisfação e gozando como nunca. Ele então para e segurando-a pelos cabelos coloca seu pau na frente de seu rosto se masturbando até gozar e jorrar sua porra quente por todo o rosto dela, e após isso ela chupa o pau dele com muita vontade e com seu rosto todinho melado de porra do seu marido completamente satisfeito com o presente de Natal antecipado.

Fonte: contosfemininos.com.br
06
jan
09

Karen Prostituta por uma noite

Olá, amigos!

Vamos direto ao assunto: Meu marido é meu cúmplice, meu incentivador, e o que vou relatar aconteceu recentemente. Na última quarta-feira do mês de outubro meu marido foi trabalhar em Jundiaí – SP e me levou junto.

Enquanto ele trabalhava eu ficava no hotel ou então passeando pela cidade.

Na quarta-feira à noite saímos para jantar, e na volta vi uma avenida onde algumas prostitutas trabalhavam. Passamos bem devagar e pude olhar todas aquelas meninas se insinuando para os veículos. Aquela visão mexeu com minha cabeça, meu tesão, e curiosa pedi para ele parar o carro. Assim que ele parou, uma garota apareceu na minha janela dizendo: – Oi, tudo bem? Afim de um programinha? Curiosa, perguntei o preço. Ela respondeu, eu agradeci e fomos embora. A curiosidade feminina é algo inacreditável, ainda mais aliada ao meu exibicionismo. Pedi para meu marido passar de novo na avenida e parar o carro numa distância que pudéssemos observar melhor as atitudes e ver para onde iam as garotas depois que entravam nos veículos. Seguimos um carro que se dirigiu para um lugar afastado, parando longe de outros carros que ali já estavam estacionados. Notamos que aquele local era um verdadeiro motel ao ar livre; casais nus dentro dos veículos transavam tranqüilamente sem vergonha de serem vistos.

No caminho de volta ao hotel falei para meu marido que gostaria de experimentar aquela situação, e nessa noite transamos fantasiando como seria meu desempenho como uma prostituta. Na quinta-feira, enquanto meu marido foi trabalhar fui ao shopping local e comprei uma mini-saia, ou melhor dizendo, uma micro saia e uma frente única bem decotada. Voltei para o hotel e me produzi feito uma puta. Ao abrir a porta do quarto, meu cúmplice ficou de queixo caído me dizendo: – Meu amor, você está uma perfeita vagabunda!, e me abraçou, beijou, me jogou na cama e quando tentou me comer, disse para ele para esperar, pois tinha preparado uma surpresa para depois do jantar. Saímos para jantar, eu com uma roupa bem comportada, nem parecia aquela vagabunda que ele vira horas atrás. Após o jantar pedi para ele ir na avenida das meninas. Lá chegando, tirei da minha bolsa a micro saia, a frente única e me troquei dentro do carro. Dei um beijo no seu rosto e falei: – Vou ser a sua vagabunda por uma noite. Falei que ali começava a surpresa que eu tinha preparado. Eu ficaria na avenida como as meninas, e depois de um tempo ele viria, me pegaria e iríamos lá no local onde os carros ficavam estacionados com o pessoal transando. Meu marido entrou na brincadeira, e com sua aprovação saí do carro. Na avenida, fiquei sob um poste de iluminação. Puxei a saia bem para cima, de forma que o início da minha bunda aparecia, e o decote da frente única dava plena visão dos meus fartos seios. A saia contribuía para a visão das minhas grossas coxas. Não demorou muito e parou o primeiro carro. Dentro estava um homem aparentando mais de 45 anos. Para provocar meu marido, abaixei no vidro do carro, virei o bumbum para o lado dele – de forma que minha minúscula tanguinha vermelha ficasse aparecendo – enquanto eu conversava com o cliente. Eu mexia minhas pernas num lento rebolado e os carros que passavam buzinavam. Aquelas buzinadas me davam a nítida certeza que eu estava sendo uma puta.

Enquanto isso, eu acertava o preço com aquele senhor. Quando falei o preço, ele desistiu. Carros paravam, conversavam, alguns queriam só passar a mão em mim, outros tentavam regatear o preço, mas eu me mantinha no jogo. O tesão aflorava no meu corpo, e a cada carro que parava minha xaninha molhava. Estava vendo a hora que eu não ia resistir, e foi o que aconteceu. Um jovem aparentando uns 29 anos, dentro de um Golf, estacionou ao meu lado. Ao olhar o jovem fiquei extasiada com sua beleza e com sua educação. Decidi entrar. Estava louca para sentir a realidade na carne. Antes de entrar olhei para trás e vi meu marido vindo em minha direção. Dei um sinal de ok para ele, entrei no carro e o rapaz seguiu para o local onde o pessoal transava. No caminho meu coração disparou, um misto de tesão e perigo invadia meu corpo. Meu cliente ia acariciando minhas pernas, meus seios, e tecia mil elogios. Eu podia notar que realmente ele era bem educado, e para retribuir tantos elogios e carinhos coloquei minha mão no meio de suas pernas e pude sentir o volume duro. Estacionamos e ele deitou os bancos do carro. Em seguida enfiou a mão pelo decote da minha blusa, tirou os meus seios para fora, apertou com força, beijou e me levou à loucura. Para ajudá-lo, tirei a blusa e ele foi beijando todo meu corpo, tirou minha saia, eu abri suas calças e caí de boca naquele pau duro feito rocha, chupando deliciosamente. Não demorou e estávamos pelados. Ele parecia não ter pressa alguma e eu estava adorando aquela situação. Ouvimos barulho de um carro que passava. Demos um tempo, e ao olhar o veículo vi que era meu marido, que passou e sumiu. Voltei a chupá-lo. Ele acariciava minha bunda, enfiava os dedos na minha xota e esfregava meu grelo. Eu estava ficando louca. Pedi para ele parar senão eu ia gozar, e percebi que ele também já estava quase gozando. Subitamente abri a porta do carro, saí e o chamei. Olhando para mim, ele me disse: – Gosta de se exibir, né, piranha? Agora estávamos os dois pelados na rua do lado da calçada. Ao olhar para o lado, vi o carro do meu marido estacionado. O rapaz se encostou no carro, eu abaixei e voltei a chupar aquela pica maravilhosa. Eu, nua, pagando um boquete para um cara que eu nunca vi na vida. Boca cheia e pose de puta. Fui ao delírio. Prevendo que ele ia gozar na minha boca, falei: – Na boca não. Nesse momento meu cliente me pegou pelos braços e me fez ficar em pé. Ele pegou uma camisinha no porta luvas e colocou na jeba. A hora da verdade tinha chegado. Virei-me de costas, abri as pernas, arrebitei minha bunda, e senti uma língua no meu cú. Rebolei gostoso no rosto dele enquanto olhava meu marido dentro do carro. A língua do sujeito percorria minha bunda, lambia minha buceta, só que durou pouco, afinal quem estava ali para dar prazer era eu. Logo ele posicionou a cabeça do pau no meu cú. Fiquei na ponta dos pés, arrebitei minha bunda e me arregacei, abrindo com as duas mãos. Agora não dava para voltar atrás. Ele enfiou devagar, e na segunda vez meteu com força. Dei um grito. Ele falou, segurando meu cabelo: – isso putinha, eu vou te fuder! Achou que seria fácil? Fiquei com medo. Ele não era o que parecia. Olhei para o meu marido, pedindo ajuda, mas ele não se moveu. Fiquei desesperada, mas não conseguia me mexer. Estava empalada pelo cú. Ele metia e tirava, e metia, e tirava… aquela porra ardia na minha bunda: – Rebola, piranha, vou gozar no teu cú. Puta de verdade dá o cú! Eu não tinha saída. Ele foi enfiando, enfiando, eu não agüentei e falei: – Calma, tesão, vai devagar! Aí é que ele começou a bombar alucinadamente… ele metia, enterrava, e eu passei a gostar, a sentir prazer, afinal eu estava lá para isso. Quando senti as bolas do saco baterem na minha bunda, vi que ele tinha enterrado tudo. Soltei minha bunda, apoiei as mãos no carro e comecei um lento e cadenciado rebolado. Percebi o prazer que eu estava proporcionando ao meu cliente. Parei de rebolar e comecei a apertar o pau dele com a minha bunda, aquele pau que tava todo enterrado dentro de mim… Eu tinha me transformado numa verdadeira puta. Quando percebi que ele estava prestes a gozar, perguntei se eu podia tirar a camisinha. Ele permitiu. Tirei a camisinha do pau dele, peguei outra na minha bolsa, e enquanto encapava novamente aquele pau gostoso, meu cliente chupava meus bicos. Devidamente encapado, abri as pernas e comecei a dar uma surra de pica no meu grelo. Segurei o rapaz pela cintura e puxei para junto de mim. Esse movimento fez o pau dele enterrar na minha buceta. Segurava pelos ombros eu era enterrada na pica. Meu grelo estava muito duro, e logo comecei a gozar. Só conseguia falar: – Mete, tesão, me enterra na sua pica, gostoso! Aquele pau entrando e saindo, roçando no meu grelo me levava à loucura. Olhei para o lado e vi meu marido no carro, impassível diante do dragão. Quando meu cliente estava prestes a gozar, tirou o pau de dentro de mim, me virou rapidamente de costas, abriu minhas pernas, arrebitei a bunda, e ele socou no meu cu, que a essa altura já estava bem acostumado com a grossura do cacete. A pica escorregou para dentro de mim, arrancando gemidos e urros de minha boca. De repente senti uns tapinhas na minha bunda e meu cliente falou: – Rebola, vagabunda, rebola! E veio outro tapa, bem mais forte que os outros. Ele me puxava para trás estocando cada vez mais. As fortes e profundas estocadas na minha bunda me levavam ao delírio. Realmente eu era a perfeita puta.

A brisa da noite, eu nua metendo ao ar livre, a sensação de perigo que tinha no ar, aqueles carros estacionados e a certeza que tava dando um espetáculo magnífico para meu marido e para os outros casais fez com que eu gozasse novamente. Em seguida ouvi: – Vou gozar… vou gozar… mexe, piranha! Fui puxada para trás num tranco violento e ele gozou. Quando ele tirou o pau da minha bunda, virei meu rosto para trás, dei uma arrebitada na bunda, passei a mão no meu rego e senti o quanto aquele pau tinha alargado o meu cu. Abracei meu cliente, dei-lhe um beijo no rosto e falei no ouvido dele: – Você é um tesão… amei seu pau. Entramos no carro, vestimos nossas roupas e ele me deixou de volta na avenida. Tão logo ele se foi, entrei no carro do meu marido e fomos para o hotel.

Metemos a noite inteira, relembrando a cena que eu tinha vivenciado. Todos os nomes aqui são fictícios, qualquer semelhança será méra coincidência. Aos interessado, me escrevam:

Beijos.

Até!

casadinhamaisordinaria@hotmail.com

Fonte: contosfemininos.com.br
06
jan
09

Estuprada pelo meu marido

Eu casei nova, era uma menina com meus 19 anos, embora para nossa sociedade, essa seja uma idade de moças rodadas, eu era virgem… perdi minha virgindade depois do casamento, obviamente com meu marido.

De qualquer forma, para saciar uma quantidade hormonal alta devido a adolescencia, eu me masturbei muito, e conhecia bem meu corpo… com o casamento, passei a conhecer bem o corpo dele…

Com o tempo aprendi a fazer exatamente o que ele gostava, da forma que ele gostava… mas mesmo assim gostava de ouvi-lo gritar comigo, era normal ele chegar em casa, no horário de almoço, e antes de almoçar ele mandava eu tirar a roupa e espera-lo na cama, no sofa, ou no banho… eu obedecia e nem questionava, simplesmente porque o conhecia tão bem, e sabia que todo dia era num novo dia.. Nunca foi um caso de submissão, mas de desejo e cumplicidade.. Lembro uma vez, que… vou contar.

Eu mantinha 3 empregos, e ele 2. Estavamos habituados a nos ver raramente, mas estavamos pagando muita coisa, e os empregos eram necessarios… Eu jornalista, func publica e professora, começa a trabalhar as 8h e só parava as 23h, sabado era até as 18h… e ele o mesmo ritmo. Por isso, eu chegava antes na hora do almoço, com a marmita que havia preparado no restaurante ali perto, naquele dia, ele chega, e vai direto para o banheiro… como ele demorou para sair, fui ver se estava bem… ele diz que estava se masturbando, mas que se eu quisesse ve-lo era só abrir a porta, eu abri.. e fiquei na porta olhando ele com o jeans aberto, e se masturbando devagar, aquele canalha não queria gozar, queria que eu fosse mesmo ve-lo…

Enquanto eu olhava, ele mandou que eu entrasse e tirasse a roupa, tentei adverti-lo que chegariamos atrasados no nosso compromisso, mas ele mandou eu me calar, mandou eu sentar no vaso, abrir minha camisete, e começar a passar a mao no meu seio… eu relutei de novo, e disse porque motivo eu faria aquilo, estava com pressa, e nem tinhamos almoçado ainda… ele pegou braço com força, me ergueu e me levou até o quarto, estúpido, e grosso, “amor o que você tá fazendo?” era só o que eu dizia… me jogou na cama, rasgou minha blusa e arrancou o jeans com pressa, enfiou o pau dele duro na minha boca e mandou que eu chupasse, como ele sempre foi muito mais forte que eu, não ia adiantar fugir… tão pouco reclamar, entao comecei a chupar, com gosto, eu adorava chupa-lo até porque acho que não tinha posição que eu ficava mais submissa do que essa… ele não queria gosar… puxou meu cabelo me erguendo, e mandou que eu abrisse bem as pernas para que ele me chupasse, mas não precisou mandar duas vezes… como ele chupava gostoso, era impossivel nao ter orgamos, e quando eu tava gozando ele batia nas minhas pernas para que eu não as fechasse com o prazer, que a mantivesse aberta enquanto gozava, ele queria me fazer gozar duas vezes sem parar de me chupar… aquele canalha… implorava para que ele me penetrasse, nao adiantava nada, tinha de pedir implorar, tinha que ser a puta dele, fazer o que ele queria, mas e eu… eu precisava levar vara… queria senti-lo gosar dentro de mim… sentir sua porra escorrendo… Ele levantou, mandou que eu sentasse, e sem entender nada, obedeci… ele disse que me amava muito, e que o casamento comigo estava sendo maravilhoso em todos os sentidos, quando fui abraça-lo ele me deu um tapa na cara, que me enfureceu… eu queria sair do quarto de qualquer jeito… quem ele pensava que era para me bater no rosto?

Me vendo enfurecida, ele me segura, e começa a me penetrar, eu nao queria, queria sumir dali, ele me bateu no rosto… passou dos limites, e quanto mais eu ficava com raiva, mais ele me segurava com força, e me penetrava com raiva, com gosto, até que me virou na cama, segurou meus braços abertos com força, disse ao meu ouvido que me amava, e começou a mamar… eu estava assustada, e me segurando ele mamava e me penetrava…Caramba, eu estava sendo estuprada pelo meu marido… eu chorava, a dor não era nada insuportavel, era mais um tipo de humilhação, uma dor psicológica… meu deus, a que ponto meu casamento chegou? quando ele estava por gosar, parou, e no meu ouvido falou, que não tinha me machucado, ou que pelo menos ele não queria machucar, e que sentia muito tesão em me imaginar sendo estuprada por ele, mas que ele só ia gosar se eu deixasse, entao me soltou… e deitou ao meu lado na cama…

Estranhamente toda raiva que eu sentia sumiu, e eu comecei a chupa-lo como nunca, até que gosou na minha boca, e como sempre eu engoli tudo, lambi cada gota… Ele me beijou com muita paixão, fizemos 3 ligações em seguida, Para meu trabalho avisando que passei mal. Para o trabalho dele, avisando que ele passou mal, Para um amigo nosso médico pedindo 2 atestados médicos pela falta daquele dia.

05
jan
09

Delicioso presente de Natal

Era Dezembro, eles moravam juntos a um ano e meio, ele com vinte e nove anos, separado, e ela com vinte e dois, deliciosos vinte e dois aninhos. Rosto maravilhoso, magrinha, peitinhos pontudos e na medida ideal, tatoo de um tribal no “cofrinho”, tudo perfeito, corpo escultural e no auge do fogo e descoberta sexual.

Eles já haviam feito algumas coisas, como comprar algemas, mordaça, lingerie provocante, velas, etc…mas desta vez ela o surpreendeu. Após um exaustivo dia de trabalho ele chega em casa, come alguma coisa e vai para o banho, ela já havia se banhado e estava na sala aparentemente apenas vendo TV, mas na verdade já estava planejando a surpresa de natal para ele. Ele termina o banho e coloca apenas um short, passa seu perfume rotineiro e sai do banheiro com o corpo ainda meio molhado, e quando abre a porta e vai para o quarto ela o esta esperando na cama deitada meio de ladinho, com uma blusinha tipo “tomara-que-caia” vermelha que termina no umbigo, uma calcinha fio dental vermelha, gorro vermelho de papai Noel, e já o espera algemada e amordaçada segurando um bilhete onde se lê: “Feliz Natal, pode foder a mamãe Noel à vontade”…

Mesmo sem esperar por aquilo, parecia que era um desejo antigo dele, pois ele não pensa muito e já começa beijando o pés dela e subindo pelas coxas deliciosas, apertando-lhe os seios e a cintura e esfregando seu pau já duro por todo o corpo dela, ela apenas pode gemer pois amordaçada e algemada ela não consegue fazer muito, apenas realizar o desejo de seu homem que é fazer tudo com uma mulher sem ser interrompido. Ele a coloca de quatro e começa chupando o cuzinho dela naquela posição, e ela se deliciando de prazer geme com mais vontade, depois ele apenas abaixa a mordaça até o pescoço dela deixando a boca livre para enfiar seu pau duro até a garganta dela, e bombando sem parar enquanto segura os cabelos dela com as duas mãos.

Depois disso ele volta a ficar por traz e enfia com toda força seu pau na bocetinha apertada e já bem molhada, metendo bem forte e rápido e a essa hora ela já está gritando sem parar de tanto tesão e prazer, e ele continua puxando seus cabelos e batendo em sua bunda durinha e deliciosa. Ela esta algemada com as mãos para traz e ele a puxa pela corrente da algema e com a outra mão começa a acariciar o cuzinho dela que já está piscando para receber aquele pau inteirinho.

Mesmo sem ele dizer nada, ela grita: “Me fode! Fode o cu da sua mamãe Noel bem gostoso”, e ele não pensa duas vezes, tira seu pau da boceta dela e enfia no cuzinho inicialmente bem devagar, e depois vai acelerando o ritmo em um frenesi intenso e selvagem. Ela geme, grita, rebola e pede mais, pede cada vez mais para ser fodida com força. Ela ainda algemada não pode fazer nada e mesmo se pudesse ela não o faria, pois o presente era para ele, ele poderia fazer de tudo com ela aquela noite.

Depois de muito tempo bombando e metendo no cuzinho dela, ele passa o braço pela cintura dela e coloca dois dedos na sua boceta molhada e cheia de tesão, metendo o pau no cu e metendo os dedos na boceta simultaneamente, e puxando seus cabelos, fazendo-a sentir um prazer enorme e gritando de satisfação e gozando como nunca. Ele então para e segurando-a pelos cabelos coloca seu pau na frente de seu rosto se masturbando até gozar e jorrar sua porra quente por todo o rosto dela, e após isso ela chupa o pau dele com muita vontade e com seu rosto todinho melado de porra do seu marido completamente satisfeito com o presente de Natal antecipado.

04
jan
09

Ela e o Ex, E Eu Assistindo Escondido…..

Como falei no primeiro conto (Um é pouco, dois é bom mas três é DEMAIS), realizamos uma antiga fantasia nossa de ter mais um cara na cama, com ela, enquanto eu assistia.

A experiência foi ótima, morremos de tesão, e minha namorada, M., ficou mais liberal ainda, mais sacana ainda na cama. Ela sabia que isso não ia parar por aí, que iríamos querer repetir. Passados uns dois meses da fantasia realizada, novamente “deu vontade”. M. ainda quis fazer um charme, não sei, sei lá, quem sabe, tavez… Mas com minha insistência, acabou abrindo o jogo.

Da próxima vez, ela gostaria que fosse com um ex-namorado, da época que havia trabalhado no Club Méd. Kiko, o tal ex-namorado, segundo ela, tinha sido um cara que tinha mexido muito com ela. Principalmente na cama. O cara era bem alto, 1,90. Sarado, professor de mergulho, passava o dia na praia, na época do Méd. Segundo M., uma das características que chamavam a atenção além do visual e do jeito do cara, era seu dote. M. me disse “- Amor, durante muito tempo não agüentava ele, enfiava so a cabeça. O Pau dele é do tamanho do meu antebraço…” A partir daquele dia, fiquei imaginando minha gatinha com o gigante ex-namorado. Eles namoraram por um tempo, até que ela saiu do Méd, e acabaram perdendo contato.

Mas internet ta aí prá isso, e ela acabou encontrando o Kiko no Orkut. Scrap prá lá, scrap prá cá, retomaram contato. M. descobriu que ele estava com um curso de mergulho em Angra, e começamos a bolar nosso plano. Iríamos passar uma semana em Angra, ela iria “procurar” um curso de mergulho, e “dar a sorte” de ser de seu querido Kiko. Tudo certo, aluguei uma casa muito legal, estilo praia-chique, pedi a lancha de um amigo emprestado, e partimos para Angra. M. estava muito excitada em reencontrar Kiko. Ela falava “-Amor, vou dar muito gostoso prá ele… Só não sei como vai ser, pois não quero que ele saiba que você sabe…” Mas sou um sujeito ardiloso, e bolei um plano especial. Chegamos em Angra, ela procurou o curso.

Fomos fazer a inscrição dela. Logo que encontramos com o cara, vi a satisfação no olhar de M. Kiko realmente era um cara bonitão, grandalhão mas proporcional, e pela cara dele, ficou satisfeito de reencontrar M. Ela se inscreveu. “-Você não vai participar ?” perguntou Kiko “-Não, cara, é só prá ela, eu já sou habilitado”. Realmente, mergulho desde pequeno, tendo inclusive trabalhado profissionalmente no ramo. E no mesmo dia, deixei M. na escolinha do Kiko, prá primeira aula. Por sorte, havia apenas mais 2 alunos inscritos. Não assisti a primeira aula, deixei M. e fui passear pela cidade. Quando fui pega-la ela estava toda animada. Havia conversado um tempão com o ex, e relembrado dos “velhos tempos”… “-Amor, ele ta um tesão. E acho que ele está impressionado comigo também…” Kiko estava divorciado, morando sozinho num veleiro. Prato perfeito para minha sacaninha…

No segundo dia de aula, deixei minha gata e fiquei fazendo hora. A safadinha havia colocado um maiô cavadasso, bem pequeno, entrando bastante na bundinha. A marquinha do biquíni aparecia pelas laterais, e nem o Kiko nem os outros alunos do curso deixaram de reparar. Fiquei um pouco, mas vendo minha gata seduzir o ex comecei a ficar inquieto, com ciúmes, e resolvi sair prá dar uma volta. Duas horas depois retorno, ela já de banho tomado, sentada no escritório do cara, e os outros alunos já haviam partido. Ao me ver, deu dois beijinhos bem sacanas e um abraço no cara, e fomos embora. No carro ela contava tudo que havia feito, como deu mole prá ele, como chegou até a se esfregar nele dentro d’água. Ela falou “-Amor, quando estávamos na piscina e eu de mascara, deu prá ver que Kiko estava excitado comigo, aquele pauzão delicioso ficou durinho, fiquei morrendo de tesão”. Terceiro e ultimo dia de aula, M. foi fazer a prova teórica e prática. No dia seguinte seria o “batismo”, mergulho em mar aberto. Novamente a deixei e voltei prá pegar duas horas depois. M. estava radiante. Fez as provas muito bem, e certamente passou no curso. Mas o que havia deixado ela animada foi depois da prova. KIko chegou perto e deu-lhe uma cantada, dizendo que “-Seu namorado é maluco de deixar uma gostosa como você aqui comigo. To te querendo muito, mais do que quando estávamos no Club Méd”. Ao que M. respondeu: “Eu também, meu gato, mas meu namorado não pode saber. To louca prá dar prá você…” Daí trocaram beijos e amassos, e combinaram de, depois do batismo, ficarem juntos. Sabadão, sol, e lá vão eles, de barco, pro batismo. O dia transcorreu bem, segundo M., muito animados, cheios de olhares e toques. Uma vez finda a atividade, voltaram de barco para a marina, e despediram-se dos outros alunos. Pronto, agora estavam sós. Imediatamente Kiko chamou M para conhecer seu barco. Mas M., minha safadinha, sabia de nosso plano. “-Não, meu gato, vamos lá na minha casa. Meu namorado teve que ir pro Rio, só volta à noite. E lá é super-confortável, vamos curtir muito, vem…” Acabou convencendo seu ex a acompanhá-la a nossa casa. A casa era ótima, e tinha um closet muito espaçoso com porta de treliça. Coloquei uma poltrona, e me tranquei lá dentro. Com a iluminação do quarto, ar e som ligados, eu estava invisível lá dentro. Pronto prá assistir minha gata matar a saudade de seu ex-namorado. Botei uma dose de uísque e fiquei no aguardo. Não demorou nem 10 minutos e eles chegaram. Ouvi, de meu esconderijo, eles se beijando na sala, ela rindo… mais beijos, gemidos. Derrepente eles entram no quarto. Qual não foi minha surpresa quando vi que M. já estava sem camisa, com seus lindos seios à mostra. Kiko beijava ela loucamente, e ela correspondia. Minha gata estava muito excitada. O Kiko era muito maior que ela, 1,90m contra os 1,58 de M. E ele a envolvia, passava aquele mãozão em todo seu corpo. Aos poucos, ele foi tirando o shortinho de M., deixando-a só de calcinha. Aquela calcinha pequenininha, branca, do tamanho exato da marquinha de biquíni dela… Ele tirou sua camisa – o cara era sarado… Quando foi tirar a calça, M. não deixou. Ela mesma ajoelhou e começou a abrir sua bermuda. Minha sacaninha sabia que eu já tinha, de meu esconderijo, começado minhas punhetas (afinal, havíamos combinado tudo…). E muito sem vergonha, aos poucos foi virando seu amante para que ele ficasse de lado, e eu pudesse ver tudo o que aconteceria.

Quando M. abaixou sua bermuda, junto com a cueca, surgiu aquele pau enorme que ela tanto tinha falado. Realmente, além de sarado, o tal Kiko era muito bem dotado. Ao baixar a bermuda saltou um gigante, sem sacanagem, de uns 25 cm de comprimento, e grosso como o antebraço de minha gata. A cara que ela fez quando viu aquele colosso já duro em sua frente foi inesquecível. Ela ainda falou “-Saudade desse caralhão…” antes de começar a tentar abocanhar aquela tora. Ela não conseguia sequer colocar a cabeçona na boca, era muito grossa. Sua boca se abriu ao máximo, e mesmo assim ela tinha dificuldade de abocanhar aquele monstro. Sacana que ela só, ela dá uma olhadinha em minha direção, pega o pau do cara e começa a lamber.

O Kiko estava nas nuvens, com a mãozinha de minha namorada segurando sua trolha enquanto sua lingüinha lambia afobadamente a cabeça do pau. Ficou naquela sacanagem um tempão, ela ajoelhada na frente dele, chupando seu pau e punhetando ele, e ele gemendo com o pau gigante, duro como ferro. Passados alguns minutos, Kiko a deitou na cama e foi lentamente se chegando entre suas pernas. Eu já havia gozado uma vez nas minhas punhetas, mas estava muito excitado, e continuava a me tocar. Ela abriu bem as pernas, e ele se colocou entre elas. Ainda a ouvi dizer “-Devagar, meu gato, você é enorme, não me machuca…” Vi quando ela posicionou o pau dele na entrada de sua bucetinha, e ele começou a penetrar. Da posição onde eu estava, com ele por cima dela, e com as pernas abertas, via completamente a bucetinha de minha gata se abrir para aquele pauzão entrar. Foi difícil, achei que ela não ia agüentar devorar aquela tora. Mas minha gata estava muito excitada, muito molhada. Aos poucos minha pequenininha foi agasalhando a pica de seu ex, e ele foi empurrando lentamente até que não sobrasse nada de fora. Os gemidos de M. ressoavam pelo quarto, e Kiko, sacanamente dizia barbaridades para ela: “- Saudades dessa bucetinha apertada… Tava com saudades do meu pauzão, safada ? Então toma, bota um chifre no seu namoradinho… Agüenta meu caralho, gostosa…” M. ficou maluca, e aos berros dizia “-Fode meu garanhão, fode sua putinha, vai… Que saudade dessa piroca… Isso que é macho… Isso, me alarga toda, acaba comigo…” Kiko ficou maluco e socou forte… Percebi, pelos gritos, o primeiro gozo de M. Mas eles não pararam, ele continuou socando forte. Logo mudaram de posição, com minha namorada ficando por cima do amante. Ela adora essa posição, seu grelinho esfrega na piroca do cara e ela fica alucinada.

Ela fudeu muito, e gozou mais duas vezes. Quando ia gozar mais uma vez (a quarta sem ele tirar o pau), seu ex avisou que ia gozar. Aceleraram os movimentos, e logo explodiam num orgasmo enlouquecido. Ela meio que desfaleceu por cima dele, e dormiram um pouco. Eu, que já tinha gozado 3 vezes, também cochilei. Bastante.

Acordei cerca de uma hora depois, com barulhos dos dois conversando. Olhando atravez da treliça do closet, vi que Kiko já estava de roupa, e se despedia de M. Beijaram-se mais algumas vezes, e ela, vestida num roupão, o acompanhou para fora do quarto. Cerca de 10 minutos depois M. volta ao quarto e fala prá mim: “- pode sair, ele já foi…” E caiu de costas na cama. Eu fiquei enlouquecido, fui logo tirando seu roupão e me posiciona do sobre ela. “-Seu sacana, come sua putinha arrombada pelo amante, come… Vem sentir minha bucetinha aberta, vem…” Meu pau deslisou fácil prá dentro de M. Realmente ela estava mais larga, mais laceada. E estava uma delicia… Minha gata falava baixinho no meu ouvido “- Gostou, safado ? Gostou de me ver dando pro meu amante pauzudo, gostou ? Ai, amor, ele é uma delicia, gozei muito… Ai, quero dar mais vezes pro Kio, deixa ? Deixa, meu safado ? Deixa sua mulherzinha fuder com o pirocudo dela, deixa ? Gostou de ver eu gozando naquela pirocona, hein?” Não levou 5 minutos eu explodia num orgasmo enlouquecido, enchendo minha gatinha com minha porra. Nos abraçamos e ficamos namorando, nos beijando, com juras de amor eterno, ela me chamando de “meu safado”, “meu macho sacana”, “meu dono”. E nesse torpor, acabamos dormindo.

Acordamos só no dia seguinte, e já com tesão. Demos mais uma deliciosa trepada lembrando as sacanagens do dia anterior, M. gozou mais 2 vezes. Levantamos, tomamos café, arrumamos as coisas, e nos preparamos prá partir. Bagagem dentro do carro, M. me diz “- Amor, vamos passar lá no Kiko prá eu me despedir ?” Ao que concordei. Passamos na escolinha, ele estava com outra classe de alunos. Ao ver-nos parou e veio nos cumprimentar. Falamos que estávamos de partida pro Rio, e viemos nos despedir. Apertei a mão do amante de minha namorada e falei que ia esperar no carro. Lá de fora ainda vi eles dando um belo amasso e um longo beijo. Logo M. vem, toda sorridente, entra no carro, e vamos embora. Vínhamos sem conversar, só curtindo o clima, ouvindo música… Já estávamos na Serra quando M. falou: “- Amor, podemos voltar outro dia a Angra ?” Concordei, mas com uma condição: ela iria contar pro amante que eu sabia, e da próxima vez, eu iria participar da sacanagem.

Essas experiências que vimos tendo têm sido muito gratificantes. M. tem se tornado cada vez mais sacana, e temos curtido muito a vida de casal liberal. Realmente, não é prá qualquer um. O ciúmes bate, e tem que ser administrado. Mas o tesão é enorme, e no fim, suplanta qualquer parte ruim que o ciúme deixe. E pode crer, isso só une mais um casal. Hoje somos muito mais cúmplices, amigos e companheiros que antes. Temos nossos segredos, e nos amamos ainda mais. Nos respeitamos, nos consideramos, e cuidamos um do outro. Nada é feito sem o consenso, e não consideramos nada parecido com traição. Soubemos que Kiko tem saído com uma gatinha lourinha linda, de 23 aninhos, piteuzinho como minha M. Já coloquei como condição que, a terceira trepada, quero que ela participe. M. já entendeu, e está cada vez mais excitada de me ver comendo uma lourinha na frente dela. Quando acontecer mais alguma, conto prá vocês…

02
jan
09

Um é Pouco, Dois é Bom , Mais Três é D-E-M-A-I-S

Sempre entendi que em sexo um é pouco, dois é bom, mas três é DEMAIS !

Há muito tempo vinha tentando convencer minha namorada a experimentarmos um Ménage.

Durante anos ela relutava, talvez sem confiança em meus sentimentos por ela. Mas o tempo foi passando, idas e vindas em nosso namoro, outras pessoas passaram em nossas vidas… Mas, passarinho voa mas volta pra gaiola, e sempre que estávamos juntos, não me perguntem por que, voltava essa fantasia. Queria porque queria vê-la transando com outro cara na minha frente.  Mo é uma mulher muito sensual, linda, 1,58m, 48kg, minhonzinha, peitos fantásticos desde menina, um corpinho lisinho, pele maravilhosa, uma bundinha de deixar qualquer um louco, com uma marquinha de bikini pequenininha, e uma xoxotinha apertadinha e gulosa como nunca vi. Ela tem o tesão à flor da pele, goza muito, adora fuder. Fui o primeiro homem dela, e depois de tantos anos e outros homens em sua vida, posso dizer com certeza, ela é muito boa de cama. Mas essa tara de vê-la com outro homem nunca diminuiu. Há cerca de 1 mês atrás, finalmente nos entendemos, e ela topou. Decidimos, para não haver problemas posteriores, contratar um garoto de programa. De uma agência grande aqui do Rio, vimos as fotos e escolhemos um rapaz de 23 anos, 1,85, corpo bonito, moreno, e bem dotado. As fotos do site agradaram a ela, e fiz contato.

Na data combinada, próximo ao dia dos Namorados, fomos a um bom motel aqui na Barra da Tijuca, e alugamos um quarto especial. Este quarto tinha uma porta de correr que dividia o ambiente da cama de um ambiente com mesa e cadeiras. Eu me colocaria atrás desta porta, sentado numa cadeira, enquanto do outro lado, minha namorada se divertiria com o garotão. Mo não deixou por menos, e colocou um figurino de enlouquecer qualquer um, lingerie sexy, babydoll transparente, máscara, depilação especial. Enfim, minha gata estava deslumbrante para uma noite inesquecível. Ela havia tornado minha fantasia sua fantasia também, e estava decidida a se divertir nos braços de outro. Uma vez acomodados, liguei para o garotão, e em pouco tempo ele chegou. Realmente era um cara bonito, alto, e capaz de proporcionar um grande prazer a minha namorada. Conversei com ele, expliquei a fantasia, mandei-o ser carinhoso e cuidadoso, e chamei minha gata. E veio ela, gostosa, linda, mascarada, e se apresentou ao rapaz. Foi a deixa para que eu me retirasse para meu “esconderijo”, e os deixasse mais a vontade. Mo não perdeu tempo, e assim que o rapaz saiu do banho, começou a enxugá-lo. Logo estavam se beijando, ele nu, e ela aos poucos tirando sua pouca roupa. Minha visão privilegiada me levava à loucura. Mo senta-se em uma cadeira e começa a chupar o pau do cara. O jeito que ela me olha através da fresta da porta me diz que ela realmente estava adorando. O pau do cara fica duro como pedra, apontando pra cima, e ela chupa com avidez. Ela se levanta e o beija novamente, e ele tira sua calcinha, e a senta novamente na cadeira, ajoelhando a sua frente. Abre suas pernas e cai de boca naquela bucetinha linda, ardente por uma língua experiente… Em poucos minutos ela está deitada de costas na cama, e ele na posição papai e mamãe começa a penetrá-la. Ainda ouvi ela dizer “Cuidado, seu pau é muito grande”, antes de gemer a penetração, e se entregar para o garanhão que a estava devorando.

Foi uma delicia ver os dois se entregando ao prazer ali, na minha frente. E minha namorada, sem se importar com minha presença, se soltar daquela maneira. O garoto realmente era bom de cama, e fudeu minha gata com muita disposição. Mo, safadinha como ela só, deixou o garoto enlouquecido. Trocaram de posição diversas vezes, e vi quando ela teve seu primeiro gozo. Eu, deslumbrado, toquei diversas punhetas vendo aquelas cenas sacanas… Ele a colocou de quatro, e, com a visão da linda bundinha da Mo, penetrou sua bucetinha profundamente. O pau era comprido e tocava fundo em seu útero. Mo gozou mais uma vez e caiu desfalecida na cama. Mas minha safadinha não estava satisfeita, e me chamou para participar. Meio relutante, entrei na farra. Fizemos diversas sacanagens, ela chupando os dois paus, ela dando pra ele e me chupando, ela dando pra mim e chupando ele. Chegamos a tentar uma dupla penetração, mas o cara não soube o que fazer, e achamos melhor deixar pra outra vez. Houve um momento em que ela estava por cima de mim, e ele a penetrava por traz. Ela olhando em meus olhos, aquela cara de tarada, gemendo de prazer… Fui à loucura…. Tudo foi muito natural, o rapaz foi gentil e gostoso, eles conversaram bastante, tomaram banho de banheira juntos, namoraram. Fiquei com ciúmes, mas o tesão foi muito maior. Mo gozou diversas vezes, e eu, assistindo minha safadinha se deliciando com outro cara, gozei muito. Antes de ir embora minha gata ainda deu uma bela chupada no pau do cara, que levantou rapidamente, e para não desperdiçar aquela ereção que a hipnotizava, deitou-o na cama e montou nele. Nessa posição, com ela deitada por cima de seu amante, minha visão era incrível, vendo aquele pauzão entrar e sair da bucetinha apertada de minha gostosa. Ela fica louca nessa posição, seu grelinho esfregando no pau duro do cara, e gozou aos berros.

O rapaz, que ficou tarado em minha mulher, ainda gozou em cima dela, tocando uma punheta. Um gozo farto, grosso,de quem realmente se segurou a noite toda para satisfazer a fêmea no cio. Tendo se satisfeito com o seu garotão, mandamos ele embora, e ficamos curtindo a transa louca que tivemos. Naquela noite estávamos cansados, mas no encontro seguinte, relembramos as sacanagens, as loucuras, o tesão daquela noite, e gozamos gostosa e demoradamente. Acredito que viramos uma pagina em nosso relacionamento, e temos uma relação liberal e amiga, sensual e apaixonada. E em breve chamaremos outro garoto de programa para satisfazer nossas fantasias, e gozaremos o incrível prazer de ter mais alguém em nossa cama.

Fonte: contosfemininos.com.br



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