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11
Jan
09

A festa de Casamento

Dilma ou a minha mulher estava muito bonita,tinha arrumado o cabelo,unhas pintadas e passara maquiagem,usava um perfume Dune com um vestido preto básico decotado ela parecia ter dez anos menos, na realidade tinha 32 aninhos mas era uma gracinha ,tinha uma bundinha empinada tipo arrebitada mas seu olhar era muito sério, nós morávamos juntos, mas tínhamos vida sexual por fora de casa, as crianças iam ficar na minha sogra e portanto estávamos livres.

Como eu previra na festa comecei a dar whisk com guaraná até ela perder a timides e começar a se soltar e se divertir, sorrindo e conversando com os conhecidos e dei umas caipiras de vodka e aí ela se soltou mais com classe enquanto eu fingia não ver e papeava com meus amigos e parentes. Então ela começou a dançar com um moreno alto uns dez anos mais novo que ela com cabelo à militar e o rapaz dançava muito.bem mesmo e ela estava demonstrando suas qualidades de dançarina, ágil rodopiando pelo salão colada ao moreno.

Percebi que a bebida já tinha subido e o clima estava esquentando entre eles a sala agora estava repleta e quente e ela saiu para a varanda com ele e logo estavam num carramanchão de pés de uva, era escuro e só se conseguia enchergar da cintura para baixo e vi os beijos que saíram na boca e ele passava as mãos nos seios dela e isso a deixava, muito louca de tesão, com as duas mãos na bunda maravilhosa, o rapaz tentavalevantar a roupa dela mas ela não deixava. Como havíamos chegado cedo eu conseguira parar o carro no fundo do terreno que agora estava cheio de carros estacionados e ele ficara bem isolado no fundo e como sempre faço deixei as chaves com ela. Não demorou muito e eles caminharam para nosso carro que estava escuro e isolado Nisso apareceu a prima dela e perguntou por ela,cinicamente disse que fora ao banheiro E sorri, precisava disfarçar a situação de minha mulher. Dei a volta por fora do terreno da casa todo murado e subi em uma pilha de tijolos do vizinho rente ao muro aonde havia um pé de pintangueira, eu via toda a cena e ouvia ninguém atrapalhava minha visão ele já tirara ma camisa a camisa e sua roupa toda estava no banco do carro estava nu só de cuecas jogging ,ela tirara o vestido com a ajuda dele e ele chupava seus seios livres do soutiã e tirou sua minúscula calcinha e chupava o membro enorme e grosso então ele colocou a camisinha e ela rebolando sentou-se gemendo no colo dele até entrar tudo na sua menina que recebia pouco a pouco tudo e ele a colocou de joelhos no banco da frente e castigou a xoxotinha num vai e vem entremeado de gemidos até que ele conseguiu deitar sobre ela e gozou muito. Os dois suavam muito até brilhavam na fraca luz do pedaço, ele começou a chupar sua menina e lambeu muito a menina molhada dela e seu botão aonde pôs Ky alem de saliva depois empurrou o membro que entrou enquanto ela gemia ainda bem que a muito ela não era mais virgem no botão, a cada estocada que ele dava nela gemia muito E falava pornografia “ põe tudo,faz gostoso, me arromba com esse pausão” me fode gostoso menino quero gozar com você, enfia esse saco também e separava com as mãos as nadegas brancas, me faz gozar muito! Agora o pau dele saia brilhante com a camisinha e mergulhava no fundo de novo até o momento em que ela gozou com a bundinha empinada, uns vinte minutos e ele logo terminou gozando na minha garotinha.

Já havia passado o efeito da bebida e ela se vestiu rápido e se limpou como pode e disse que estava preocupada com o marido (que sou eu!) com o rolo de papel na mão. Arrumou-se como pode, ajeitou seu cabelo, seu vestido amassadol, vestiu a calcinha com uma bucha de papel dentro, apertou o vestido no corpo, retocou o baton e pediu a ele “ Procura meu marido na sala e diga que estou na varanda a espera dele”. Olha o que vc vai falar que ele não sabe nada do que fizemos aqui viu bonitão gostoso!Outro dia marcaremos num lugar tranqüilo, me telefone menino! Ela colocava os saltos altos e se ajeitava, mas sua cara cansada e atitudes pareciam de uma bateria de carro antigo, totalmente arreada. Tratei de correr para o salão aonde encontrei o carinha que me deu o recado era muito educado e acabara de comer minha mulher, mas ao encontrar com ela toda cansada e mal ajeitada disse –lhe para me esperar no carro até localizar os donos dos outros carros.

Fonte: contosfemininos.com.br
09
Jan
09

Festinha de Natal

Era Dezembro, eles moravam juntos a um ano e meio, ele com vinte e nove anos, separado, e ela com vinte e dois, deliciosos vinte e dois aninhos. Rosto maravilhoso, magrinha, peitinhos pontudos e na medida ideal, tatoo de um tribal no “cofrinho”, tudo perfeito, corpo escultural e no auge do fogo e descoberta sexual.

Eles já haviam feito algumas coisas, como comprar algemas, mordaça, lingerie provocante, velas, etc…mas desta vez ela o surpreendeu. Após um exaustivo dia de trabalho ele chega em casa, come alguma coisa e vai para o banho, ela já havia se banhado e estava na sala aparentemente apenas vendo TV, mas na verdade já estava planejando a surpresa de natal para ele.

Ele termina o banho e coloca apenas um short, passa seu perfume rotineiro e sai do banheiro com o corpo ainda meio molhado, e quando abre a porta e vai para o quarto ela o esta esperando na cama deitada meio de ladinho, com uma blusinha tipo “tomara-que-caia” vermelha que termina no umbigo, uma calcinha fio dental vermelha, gorro vermelho de papai Noel, e já o espera algemada e amordaçada segurando um bilhete onde se lê: “Feliz Natal, pode foder a mamãe Noel à vontade”…

Mesmo sem esperar por aquilo, parecia que era um desejo antigo dele, pois ele não pensa muito e já começa beijando o pés dela e subindo pelas coxas deliciosas, apertando-lhe os seios e a cintura e esfregando seu pau já duro por todo o corpo dela, ela apenas pode gemer pois amordaçada e algemada ela não consegue fazer muito, apenas realizar o desejo de seu homem que é fazer tudo com uma mulher sem ser interrompido. Ele a coloca de quatro e começa chupando o cuzinho dela naquela posição, e ela se deliciando de prazer geme com mais vontade, depois ele apenas abaixa a mordaça até o pescoço dela deixando a boca livre para enfiar seu pau duro até a garganta dela, e bombando sem parar enquanto segura os cabelos dela com as duas mãos. Depois disso ele volta a ficar por traz e enfia com toda força seu pau na bocetinha apertada e já bem molhada, metendo bem forte e rápido e a essa hora ela já está gritando sem parar de tanto tesão e prazer, e ele continua puxando seus cabelos e batendo em sua bunda durinha e deliciosa. Ela esta algemada com as mãos para traz e ele a puxa pela corrente da algema e com a outra mão começa a acariciar o cuzinho dela que já está piscando para receber aquele pau inteirinho. Mesmo sem ele dizer nada, ela grita: “Me fode! Fode o cu da sua mamãe Noel bem gostoso”, e ele não pensa duas vezes, tira seu pau da boceta dela e enfia no cuzinho inicialmente bem devagar, e depois vai acelerando o ritmo em um frenesi intenso e selvagem. Ela geme, grita, rebola e pede mais, pede cada vez mais para ser fodida com força. Ela ainda algemada não pode fazer nada e mesmo se pudesse ela não o faria, pois o presente era para ele, ele poderia fazer de tudo com ela aquela noite. Depois de muito tempo bombando e metendo no cuzinho dela, ele passa o braço pela cintura dela e coloca dois dedos na sua buceta molhada e cheia de tesão, metendo o pau no cu e metendo os dedos na boceta simultaneamente, e puxando seus cabelos, fazendo-a sentir um prazer enorme e gritando de satisfação e gozando como nunca. Ele então para e segurando-a pelos cabelos coloca seu pau na frente de seu rosto se masturbando até gozar e jorrar sua porra quente por todo o rosto dela, e após isso ela chupa o pau dele com muita vontade e com seu rosto todinho melado de porra do seu marido completamente satisfeito com o presente de Natal antecipado.

Fonte: contosfemininos.com.br